Seria justo no auto-avaliarmos?
Talvez até um ponto seria digno. Sem exageros, e sem excessos de qualidades ou defeitos. Tudo num modo ponderado.
Por exemplo; Eu me auto-julgo complexa demais para ser auto-entendida.
Eu não me conheço. Sei do que gosto e do que não gosto; mas não sei dizer o que sou capaz ou não de fazer. Entende? Ótimo.
Eu gosto de ler, escrever. Gosto também de ouvir música e de alguma forma me manter informada sobre o que acontece ao meu redor.
Sou desligada para muitas coisas, as quais, julgo importante também.
Como todo ser-humado, erro mais do que acerto. Algumas vezes aprendo com isso. Outras não servem pra nada. Afinal, os erros continuam.
Cuido das minhas coisas pois sei que muitas delas não foram fáceis. Amo cuidar do que e de quem gosto. Defendo com unhas e dentes se preciso.
Não dou a minha vida por nada. Ela é única.
A propósito, daria a minha aos meus pais, por exemplo. Afinal, sei que seria recíproco.
Tenho medo de altura e de coisas que balancem. Sentir a cabeça "dançando" em seu pescoço não é legal. Então, evito.
É. Se auto-descrever é complexo e difícil. Prefiro não me arriscar demais a tal ação. Posso me decepcionar.
domingo, 5 de abril de 2009
Sobre você mesmo;
Postado por Anônimo às 14:13
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2 comentários:
éé,digamos que eu já tenha dito o que acho via msn,lol, ;*
ops,quem comentou foi eu,Faah/Penny,hahá
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